sábado, 10 de agosto de 2013

Nokia Asha 310


Navegando na Web, achei uma promoção no Magazine Luiza de um celular Nokia Asha 310 por R$ 219,00 e resolvi "olhá-lo" melhor, é um telefone simples, pequeno, mas como todo Nokia é robusto o suficiente para aguentar o tranco do dia-a-dia (meus Nokias nunca estragaram de cair no chão ou coisa assim, pelo contrário, ficavam velhinhos, riscados e trincados, mas funcionando; não posso dizer o mesmo de outras marcas). Ele tem funções interessantes para um feature phone, pode usar dois chips simultaneamente, wi-fi, e uma bateria que dura bastante (ponto para Nokia, de novo) mesmo usando os aplicativos de redes sociais ou navegando na Web. 
Compreio-o-o e não me arrependi, queria um celular simples para meu projeto de organização pessoal, nada contra os smartphones, vou ter que comprar um até o próximo semestre para o meu projeto de mestrado, mas no momento achei que um featurephone serviria muito bem ao propósito. 
Com ele, tenho contador regressivo (para meus pomodoros); acesso ao meus emails, a Internet e as redes sociais (para os intervalos, filas de supermercado, ônibus, etc.); um sistema bem conhecido de calendário, contatos, lembretes e atividades; gravador de voz e de vídeo (a câmera não é boa, mas cumpre seu papel de registrar alguma coisa na hora, não é para substituir a câmera fotográfica mesmo); rádio FM; player de músicas e de vídeos; um aplicativo que faz backup dos dados e arquivos; e até um sisteminha de notas bem legal. E por R$ 219,00 se ele quebrar ou se "perder" no meio de um ônibus lotado, vou chorar só os dados e não o aparelho, diferente de um Samsung ou Iphone de RS 1.500,00.


P.S.: Vi também o Nokia Asha 501 por R$ 329,00; mas como ainda tem poucos aplicativos para a plataforma dele (o Symbian ganha por enquanto) optei pelo 310.

terça-feira, 6 de agosto de 2013

Me organizando

Neste quase um ano que o blog ficou esquecido, aconteceram tantas coisas na minha vida, novas oportunidades, novos desafios. Mudei de cidade, estou em um novo local de trabalho, passei no mestrado que tanto queria, ganhei uma bolsa de pesquisa... E para não degringolar tudo, resolvi organizar melhor o meu tempo.
Como bom nerd, pesquisei muito sobre o assunto, li sobre GTD, ZTD, Método Tríade, FlyLady, Técnica Pomodoro, Evernote, Ominifocus, Toodledo, para citar alguns. Mas foi a partir de duas coisas que achei na Net, um post antigo do Garota sem fio, "GTD Prático em dispositivos Móveis" e uma ideia bem difundida no Youtube, "O Caderno de Organização" que me dei conta que não era preciso grandes revoluções tecnológicas para criar um sistema de gerenciamento pessoal, e dentre as tantas coisa que tinha lido resolvi radicalizar, e usar um celular antigo (sem chip) e um Hipster PDA para testar minha teoria e ver o que funcionava para mim.




Com isso em mãos, saí a campo para descobrir quais seriam as minhas demandas (Categorias ou Contextos) e usando o seguinte princípio; as anotações, ideias e tarefas sem data ficam no papel (inicialmente sem categorização e depois organizadas em uma folhinha para cada assunto) e os contatos, lembretes e compromissos vão para o celular (porque a memória dele é melhor que a minha). Além disso, o celular serviu para aplicar a Técnica Pomodoro no meu dia-a-dia, usando o contador regressivo para marcar os pomodoros e os intervalos. Minha meta era usar esse sistema por uma semana e ver como ele funcionava, tenho a dizer que ele funcionou surpreendentemente bem, mas fiz algumas adaptações na semana seguinte que conto em um futuro post.  

domingo, 4 de agosto de 2013

Mestrado!


Voltando a ativa... Como este blog foi criado para registrar um pouco a minha vida durante a faculdade de Física, depois que a terminei, ele ficou meio sem sentido e eu fiquei um tempão (quase um ano) sem postar. Mas recentemente tive a oportunidade de poder concorrer em uma seleção de Mestrado. Bom, tenho a dizer que fui selecionado para o "Mestrado Acadêmico em Educação Matemática e Ensino de Física" da UFSM - Universidade Federal de Santa Maria (a mesma que fiz minha faculdade) e com isso, pensei em retomar o blog, agora para mostrar como será a vida de mestrando. Aguardem...

segunda-feira, 17 de setembro de 2012

Climatizador...


 Imagem retirada daqui.

Meu climatizador Komeco chegou! Após muitas pesquisas resolvi testar o tal de climatizador, estou bem ciente que não é um ar condicionado e alguns dizem até que ventila menos que um ventilador, mas qual é a vantagem então?
Aqui em Quaraí, tradicionalmente temos verões quentes e secos, e o ar-condicionado deixa o ar ainda mais seco, ressecando a garganta e as vias nasais, o que para mim que sou alérgico propicia um ambiente mais fácil para as alergias aparecerem, principalmente na primavera com tantas flores, pólen e poeira em suspensão no ar. O ventilador também não é um amigo nessas horas, pois segundo alguns médicos enquanto giram eles espalham a poeira do ambiente, facilitando assim crises de alergia.
Nas minhas pesquisas, vi que o climatizador tem uma vantagem quanto ao ventilador, como usa água para "resfriar" o ar, ele também torna o ar menos carregado de partículas em suspensão pois grande parte dessas partículas fica no filtro e na colmeia do climatizador, além de que, o ar se torna sensivelmente mais úmido quando passa pela colmeia, mas nada como aqueles aspersores de água que vemos em alguns lugares no verão, o ar não chega a ficar úmido a ponto de criar bolor e fungos nas paredes ou danificar aparelhos elétricos, ele simplesmente aumenta a umidade relativa do ar para níveis mais satisfatórios e isso, somente se o ar estiver seco, se a umidade relativa do ar estiver em 75% ou mais ele não umidifica, só filtra.
É claro que cuidados de higiene e limpeza devem ser tomados, o filtro e o depósito de água devem estar sempre limpos, senão o feitiço vira contra o feiticeiro. Vou testá-lo e depois conto, vamos ver como ele se sai em um dia com temperatura de 40ºC com umidade relativa do ar abaixo de 20%.


Imagem de Divulgação.

domingo, 16 de setembro de 2012

A volta do filtro de barro


Imagem retirada do site: "Cerâmica Stéfani"

Pois é, ele mesmo, o filtro de barro que lembra a casa de nossas avós ou até mesmo bisavós, está com tudo e não está prosa, pesquisas mostram que o método utilizado por ele é considerado um dos melhores para a decantação e filtragem de água. Embora ele seja considerado uma invenção genuinamente brasileira, eu o vejo mais como uma adaptação, pois a vela que efetivamente filtra a água não é uma invenção brasileira e o método de filtragem em duas etapas, onde a água é primeiramente colocada em um recipiente para que "escorra" por gravidade através da vela do filtro (única saída) para outro recipiente colocado imediatamente abaixo também não foi inventado no Brasil.
Tanto a vela (elemento filtrante) quanto o método (filtragem por gravidade) já existiam quando o filtro de barro foi inventado, mas a grande sacada dos brasileiros descendentes de europeus que trabalhavam em olarias e cerâmicas no Brasil do começo do século XX tiveram, foi de usar tanto a vela filtrante quanto o método de filtragem por gravidade em recipientes de terracota (ou argila no popular), e por quê?
Os brasileiros já conheciam e usavam de longa data potes de terracota inspirados nos feitos pelos índios para transportar e guardar água, e sabiam que as moringas e talhas deixavam a água em uma temperatura sempre inferior a do ambiente, quando o conhecimento dos métodos para decantação e filtragem de água por gravidade e as velas de filtragem chegaram ao Brasil, o famoso jeitinho brasileiro entrou em cena, e adaptaram os filtros (originalmente de metal) aos populares recipientes de terracota fabricados no país, criando aí sim um produto genuinamente brasileiro, o filtro de barro.
Hoje em dia temos uma indústria de água mineral que está sendo fortemente questionada no mundo inteiro, tanto pela pureza em si da água que vende quanto pelos materiais que compõem as embalagens. Junte a isso ações por uma vida mais ecologicamente correta, responsabilidade social e ambiental, cultura orgânica e some com uma tendência vintage, o filtro de barro voltou com tudo.
Dos que o tinham deixado de lado, muitos já voltaram a usá-lo, adoraram e não abrem mão dele por nada; outros voltaram a usar e gostaram, mas pela vida atribulada que levam não conseguiram manter a rotina de manutenção e higiene necessária a sua boa utilização, o abandonaram e voltaram a água mineral ou aos filtros por pressão; e há ainda os que tentaram mas não gostaram do gosto peculiar da água nem da necessidade de manutenção constante, e só trocam o seu garrafão de água mineral por outro cheio.
E você, o que acha do filtro de barro? Eu estou bem inclinado a tentar...

Achei um desses na minha cidade, estou pensando em comprar. Imagem daqui.

sábado, 25 de agosto de 2012

Bolo de caneca

Retirei a imagem daqui.

Hoje em dia, com a difusão da Internet, a popularização do uso do microondas e a tradição doceira dos brasileiros, todos já devem conhecer bolo de caneca. É rápido, gostoso e "mata" aquela vontade de comer um doce, principalmente quando se está com preguiça de fazer algo mais elaborado, mas mesmo assim ele demanda um pouco de trabalho, a receita tradicional tem seus segredos e existem várias espalhadas pela net, vou linkar apenas uma aqui:

Retirei a imagem daqui.

Mas para os que estão mesmo em petição de miséria, onde as três da manhã de um fim de semana qualquer estão sonhando acordados com um bolo quentinho acompanhado de um café preto (claro, temos que nos manter acordados até as cinco pelo menos. He! He!), já lançaram bolo de caneca em pacote, a Oetker lançou uma linha baseada em uma "receita" do começo dos bolos de pacote, basta adicionar um pouco de leite. 
Na época este tipo de bolo (que bastava adicionar água) não agradou as donas de casa brasileiras, pois elas não poderiam "personalizar" a receita deixando-a ao seu gosto, por isso o bolo de pacote tem que levar geralmente ovos, leite e margarina, para que fique com o "toque" de quem fez. Mas para nós que queremos tudo o mais simples possível, esta volta ao extremo da industrialização pode sim fazer sucesso.

Retirei a imagem daqui.

Eu provei e aprovei, foi um dos meus companheiros neste inverno, com um chocolate quente ou um café espresso então, é muito bom.

quinta-feira, 16 de agosto de 2012

Formatura...

Depois de quatro anos, a faculdade de Licenciatura em Física (que foi um dos motivos da criação do blog), chega ao fim... E como é época de Formatura, deixo dois vídeos ensinando a dar nó em uma gravata, o primeiro é um nó muito fácil, o Pratt ou Shelby, que eu particularmente desconhecia, mas que é muito popular no Estados Unidos, por exemplo. Como eu uso gravata somente em eventos (casamento, formatura, etc..) uso o nó Windsor ou o Semi-Windsor (dependendo do colarinho da camisa), pois acho o nó simples muito desengonçado (ou eu não sei fazer), e, como bom nerd, pesquisando alguns outros nós para formatura, achei o nó Pratt, gostei; é simples, fácil, bonito, e como o nó Windsor deixa um aspecto triangular no nó, o que eu acho essencial em uma gravata. A partir de agora vai ser minha alternativa ao nó Windsor ou ao Semi-Windsor.

Nó Pratt, ou nó Shelby



Nó Windsor